há um jeito de voltar para casa
A ideia me incomodou durante uma viagem solitária do interior à capital. Dez anos depois, estou prestes a publicar meu primeiro romance.
Como saber se estamos onde deveríamos estar?
E se houvesse uma forma de vencer qualquer distância – seja em quilômetros ou horas – para onde é que iríamos?
Portais mágicos, anomalias temporais, amizades impossíveis, fotografias velhas e jovens à procura de chaves: está tudo neste livro – ainda sem título – que escrevi com o afeto e a ingenuidade que só tem quem cresceu no mato.
O livro já está disponível na Amazon.
Prazer, Rolandinho.
(ou Bruno Marchese, tanto faz)
YouTuber – sim, com orgulho.
Escritor – mas só porque eu escrevo.
Apresentador, cinegrafista, diretor, roteirista, editor
criador de conteúdo.
DESDE QUE TUDO ERA MATO.
A gente fazia vídeo porque era legal. Simples assim.
(continuo me divertindo).